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O deputado Sarney Filho (PV-MA) coordena a Frente Parlamentar Ambientalista que reúne mais de 300 parlamentares no Congresso Nacional atuando em defesa de projetos e de ações voltados para defesa do meio ambiente e da sustentabilidade. Em sua 7ª legislatura, o deputado teve importantes proposições aprovadas recentemente, como a que criou a Política Nacional do Clima, transformada em lei em janeiro de 2010 e outras em discussão, como o projeto que regulamenta o artigo 23 da Constituição Federal. O objetivo da proposição é evitar que a ausência de atribuições específicas cause sobreposição de ações dos entes federados ou impeça a tomada de ações, o que causaria prejuízos ao meio ambiente.

O projeto garante ao Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) o poder de fixar tipos de empreendimentos os quais o licenciamento terá de ser federal, levando em conta o seu impacto ambiental.

Ao lado de parlamentares comprometidos com a questão ambiental, Sarney Filho enfrenta desafios, como o de evitar que propostas que possam colocar em risco a proteção do meio ambiente sejam aprovadas. Junto com a bancada do PV ele se colocou contra a aprovação da produção de produtos geneticamente modificados (OGMs) sem estudos de impacto ambiental. Destaca-se, também, na luta contra as iniciativas para flexibilizar o Código Florestal que poderão aumentar os desmatamentos no país.

Ao longo de seu trabalho na Câmara esteve à frente das principais iniciativas do Legislativo para avançar na questão ambiental. Apresentou, em 1983, Projeto de Resolução que culminou na criação da Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias e foi seu presidente.

Na Constituinte, além de coordenar o Grupo Parlamentar para Estudos da População participou da elaboração do capítulo sobre Meio Ambiente na Carta, aprovada em 1988, que   estabeleceu as bases de uma nova política ambiental. Foi também presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, em     1986, onde inovou, promovendo amplo debate nacional sobre o orçamento da União, com audiências públicas em vários Estados. No ano seguinte foi relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) .  

Em 1999 assumiu o Ministério do Meio Ambiente, promovendo uma ampla reformulação na estrutura da pasta e na política ambiental. Entre suas principais iniciativas estão a criação da secretaria de Assentamentos Humanos do MMA; o fortalecimento do Conselho Nacional do Meio Ambiente- Conama com a presença da sociedade civil; a regulamentação da Lei de Crimes Ambientais e aplicação, meses depois, da maior multa prevista na nova lei   à Petrobrás, de R$ 51.050.000, pelo derramamento de óleo na Baía da Guanabara. Garantiu a abertura de concurso público para 1200 novas vagas no Ibama e a transformação de 1300 cargos de nível médio em nível superior.

Empenhou-se na criação da Agência Nacional de íguas – ANA e assinou Termo de Cooperação Técnica com estados da região Amazônica para adoção de medidas de redução dos desmatamentos com o monitoramento de desmatamentos e queimadas por satélite. Foi também regulamentada em sua gestão a lei que criou o Sistema Nacional de Unidades de conservação (SNUC). Sarney Filho também teve êxito na luta pela reforma do Código Florestal que aumentou de 50 para 80% as áreas de reserva legal na Amazônia; lançou programas de saneamento básico e de revitalização dos recursos hídricos e criou novas unidades de conservação em todo o país. Também aprovou projetos e destinou recursos para saneamento e meio ambiente e revitalização dos recursos hídricos no Maranhão, com destaque para projetos no rio Itapecuru, áreas da Baixada Maranhense e no Parque Nacional dos Lençóis.

Sarney Filho é também coordenador da bancada do Maranhão no Congresso Nacional, e autor de proposições voltadas para preservação do meio ambiente. saneamento básico e educação em seu estado.

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