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Combate à desertificação terá apoio da FAO no MA, diz Sarney Filho Destaque

No Maranhão, estão incluídos os municípios de Barreirinhas, Água Doce, Tutoia e Matões; ministro do Meio Ambiente diz que o projeto é fundamental para enfrentar o problema da desertificação

 

BRASÍLIA - Quatro municípios do Maranhão, Barreirinhas, Água Doce, Tutoia e Matões foram incluídos no programa da FAO firmado entre o Ministério do Meio Ambiente a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para enfrentar a desertificação do solo.

 

O programa Reseder atenderá áreas afetadas em seis estado do semiárido: Maranhão, Ceará, Alagoas, Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte. Para coordenar as ações do projeto no Maranhão, a FAO abrirá um escritório na cidade de Barreirinhas em janeiro.

 

As áreas selecionadas receberão 3,6 milhões de dólares em quatro anos para programas visando reverter o processo de desertificação por meio de práticas agroflorestais sustentáveis e conservação da biodiversidade.

 

Projeto fundamental

 

Ao anunciar a colaboração da FAO, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho afirmou que se trata de um projeto fundamental para enfrentar o problema. “A luta contra a desertificação é mais do que necessária, é vital”, reforçou o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. “Temos todo o interesse que a parceria com a FAO se prolongue e se intensifique”.

 

O objetivo é reverter o processo de desertificação por meio de ações que enfrentem a degradação do solo, da água e a perda de biodiversidade nos ecossistemas da Caatinga. Entre as ações, estão o manejo florestal de uso múltiplo; a promoção da gestão integrada dos recursos naturais em paisagens produtivas; a restauração de florestas e paisagens; e a gestão de conhecimento, capacitação e sensibilização.

 

“No Brasil, 16% do território (1,34 milhão de km2) está suscetível à desertificação. Essa área atinge 1.490 municípios e 34,8 milhões de pessoas”, destacou a secretária de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável  do MMA, Juliana Simões.

 

“A parceria nos traz muita alegria. A FAO tem grande compromisso com o tema da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD)”, afirmou Alan Bojanic. Segundo ele, o grande desafio consiste em evitar a perda de solo e gerar renda para a população do semiárido. “Temos um componente socioeconômico importante nesse projeto, não só o ambiental”.

 

Frase

 

“A luta contra a desertificação é mais do que necessária, é vital. Temos todo o interesse que a parceria com a FAO se prolongue e se intensifique”

 

Sarney Filho

 

Ministro do Meio Ambiente

 

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