Prêmio Congresso em Foco:

Em 2009, fui selecionado como um dos melhores representantes na Câmara dos Deputados, conforme votação realizada com a participação de 176 jornalistas que cobrem o Congresso Nacional.

Brasil, 20 de Maio de 2012

Maranhão

lencois_maranhense O Maranhão é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado no oeste da região Nordeste e tem como limites o Oceano Atlântico (N), o Piauí (L), Tocantins (S e SO) e o Pará (O). Um pouco maior que a Itália e um pouco menor que a Alemanha, o Estado ocupa uma área de 331.983,293 km². A capital é São Luís, e outras cidades importantes são Imperatriz, Açailândia, Timon, Caxias, Codó, Santa Inês, Bacabal, Balsas, São José de Ribamar, Barra do Corda e Itapecuru. É o 4º Estado mais rico (PIB) do Nordeste e a 16ª maior economia (PIB) do Brasil.

 

Maranhão

ceramicas Atualmente com uma densidade demográfica estimada de 6.367.138 habitantes divididos em 217 municípios, a origem do Maranhão tem por base a luta entre povos, a luta pelo território. Na época do descobrimento os espanhois foram os primeiros europeus a chegarem à região, mas foi em 1621 que, com o objetivo de melhorar as defesas da costa que se instituiu o Estado do Maranhão e Grão-Pará. A separação do Maranhão e Pará ocorreu em 1774, após a consolidação do domínio português na região.

Vídeo semana MARANHAO

Presidente da Fiema apresenta projeto de logística na CNI Imprimir E-mail
Seg, 21 de Março de 2011 14:19

Um estudo completo que retrata o potencial do Norte do país e também seus principais gargalos logísticos foi apresentado na última terça-feira, na Confederação Nacional da Indústria (CNI). Trata-se do projeto Norte Competitivo, que aponta 71 investimentos prioritários em infra-estrutura para alavancar a economia da região. O Porto do Itaqui e as ferrovias Norte Sul e Carajás (EFC) foram identificados como projetos estruturantes para o desenvolvimento não só do Maranhão, mas de toda a Amazônia Legal.

Segundo o coordenador da Ação Pró-Amazônia e presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), Edílson Baldez das Neves, não se pode admitir que uma região tão rica e de diversificado potencial mineral, agrícola e industrial tenha ameaçada sua capacidade de crescimento por falta de investimentos em infraestrutura.

“A produção de toda essa região, hoje, perde competitividade, desde sua saída das fábricas, por falta de eficiência logística, o que desestabiliza o setor produtivo. Ou seja, paralisa a capacidade de crescimento da economia brasileira”, pontuou Edílson Baldez.

Após a apresentação do projeto Norte Competitivo na CNI, Edílson Baldez conclamou ministros, governadores, senadores e deputados federais presentes a “transformar esse completo e fundamentado estudo, em canteiro de obras, em máquinas e homens trabalhando de fato, na construção do crescimento regional e brasileiro”.

O secretário de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Maurício Macedo, que participou da apresentação do projeto na CNI, disse que os principais gargalos de logística vinculados ao Maranhão, no contexto da Amazônia Legal, estão sendo superados com já execução de obras de duplicação da Estrada de Ferro de Carajás e investimentos na modernização e ampliação do Porto do Itaqui. “Ainda este ano iremos licitar o Terminal de Grãos do Maranhão [Tegram]”, garantiu.

Maurício Macedo elogiou a iniciativa da CNI pela realização do estudo, por estabelecer prioridades e custos da logística na região. “Esse estudo é uma grande contribuição do empresariado brasileiro, que servirá de instrumento de planejamento para o poder público”, observou.

Necessidades - Capitaneado pela CNI em parceria com a Ação Pró-Amazônia, formada pelas federações de indústrias dos nove estados da Amazônia Legal - Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins -, o estudo revelou que a necessidade de investimentos nesses 71 projetos prioritários, envolvendo todos os modais de transportes (ferrovias, hidrovias, rodovias, dutovias, portos e aeroportos), é da ordem de R$ 14 bilhões.

De acordo com estudo, esse investimento que poderia se pagar em apenas quatro anos, resultaria em retorno anual de

R$ 3,8 bilhões em economia para o setor produtivo, o que significaria uma redução de 11,3% no custo logístico da Amazônia Legal.

O estudo, porém, é claro: se até 2020 os investimentos não forem efetivados, a economia dos nove estados da Amazônia Legal será penalizada com o aumento vertiginoso dos custos logísticos. A estimativa é de que esses custos alcancem R$ 33,5 bilhões nos próximos nove anos.

Mais

Ano passado, o Porto do Itaqui movimentou 13,8 milhões de toneladas de cargas, sendo 52,4% de granéis sólidos e 46,8% de granéis líquidos. Os embarques de produtos para o exterior foram liderados por ferro-gusa (42,1%), seguido de soja (23%) e combustíveis e óleos minerais (23,3%). Já em relação a movimento de desembarque, 73,9% corresponderam a derivados de petróleo e 8,1% a fertilizantes e adubos.

 
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